Panquecas de Aveia com Mirtilos. Sem glúten.

Adoro panqueca. Durante toda a minha infância comi panqueca, mas sempre salgadas. Recheadas de carne moída ou frango, cobertas com Molho à Bolonhesa e gratinadas no forno com queijo parmesão. Realmente deliciosas.

Mas recentemente descobri um universo paralelo no mundo das panquecas.

Panquecas pequenas, doces  e fofas para o café da manhã. Além de deliciosas são das poucas coisas que, mesmo sem glúten, são excelentes  substitutos para o pão nosso de cada dia.

Mas, dirão os mais atentos, se tem aveia na receita tem glúten. Depende…

A aveia é, naturalmente, um alimento isento de glúten mas normalmente é beneficiada em máquinas nas quais alimentos com glúten também são processados, ocorrendo assim uma contaminação cruzada. Veja no link Aveia tem ou não glúten?

Assim, certifique-se de comprar aveia que contenha selo de garantia de ausência total  de glúten.

Ingredientes:

  1. 3/4 de xícara de aveia sem glúten certificada.
  2. 3/4 de xícara de farinha sem glúten
  3. 1 xícara de leite integral.
  4. 1 pitada de sal.
  5. 1 ovo.
  6. 1 colher de chá de açúcar.
  7. 1 colher de chá de açúcar.
  8. 1/2 xícara de mirtilos.

Modo de Fazer:

Misture os elementos secos e o mirtilo.IMG_3798 [20643]

Bata o ovo com o leite.

Misture  parte líquida com a seca.

Faço a massa na noite anterior e deixo na geladeira  assim quando acordo já sei o que vou comer…  e isso, para quem tem uma dieta com restrição ao consumo de glúten, é o paraíso.

Se você decidir fazer a massa com antecedência coloque o fermento pouco antes de cozinhar as panquecas.IMG_3799

Aqueça uma frigideira antiaderente com um fio de azeite. Espalhe bem o azeita para cobrir toda a superfície.

Adicione a massa com uma colher grande formando pequenas panquecas.

Espere formar pequenas bolhas de ar na superfície, quando isso acontecer esão prontas para virar.

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Sirva com mel, melaço, Nutella, manteiga…

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Divirta-se, afinal, cozinhar é uma aventura.

Bolo de Coco no Pote. Um presente dentro de outro.

Furoshiki é uma técnica japonesa que consiste em embrulhar objetos em tecido para serem transportados. A origem do hábito remonta ao século 17 quando era costume embrulhar as roupas limpas a serem usadas após o banho em panos de seda a fim de serem transportadas. Furo (banho) Shiki (forrar, revestir).

Com o passar do tempo, a prática se estendeu ao embrulho de qualquer objeto a ser transportado tanto pela sua versatilidade, se moldado a objetos de qualquer formato, quanto pelo seu apelo sustentável, pois a embalagem (lenço) tanto pode ser usada inúmeras vezes como pacote ou bolsa,  quanto é parte do presente quando oferecido,  criando um ciclo de uso e reaproveitamento da embalagem em que  charme, zelo, tradição, sustentabilidade e modernidade se encontram em um embrulho para presente.

Saiba mais em Furoshiki, o embrulho tradicional do Japão e veja no infográfico abaixo algumas sugestões de Furoshiki para embalar diversos objetos.

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Furoshiki. Técnica japonesa para embrulhar objetos com tecido.

Continuando com o tema tradição, existe uma tradição brasileira que nunca achei que fosse tão popular no Rio de Janeiro. São as Festas Juninas, e Julinas, e Agostinas…kkk. Verdade, o gosto do carioca por Festas Juninas é tão grande que é comum elas se estenderem ate o mês de Agosto. Nesse período você vê Festas Juninas em colégios, prédios, condomínios,  ruas, casas, mercados, salões de beleza, academias, enfim, pela cidade toda.

Como é comum cada um levar uma prenda para a festa, surgiu a ideia de fazer um Bolo no Pote, pois o fato de ser uma porção individual facilitaria na hora das pessoas se servirem.

A ideia primeira era montar em potes de vidro redondos e forrar a tampa com um círculo de tecido colorido, o que se tornou complicado pois os potes de que dispunha tinham tamanhos e formatos diferentes.

Após definir como  retangular o formato do pote restava saber como embrulha-lo. Foi aí que descobri  Furoshiki e o resultado foi encantador.

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Bolo de Coco empacotado com a técnica japonesa Furoshiki.

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A massa do bolo foi  Pão de Ló da Tia Fátima, o creme do recheio, o Beijinho Cremoso do Bolo Kit Kat, no meio, para umedecer a massa, suco de laranja e Curd de Limão Siciliano, como cobertura, Mousse de Maracujá em que não coloquei maracujá e, no lugar disso, salpiquei coco queimado por cima.

Valeu a pena? Muito. Ficou lindo e, pelo que me disseram, delicioso.

Para ver como foi a montagem no momento em que foi feita, acessem a página no Facebook da Cozinha Sincera pois transmiti ao vivo e passo a passo a montagem.

Aproveitando o embalo, embrulhei com a mesma técnica uma Torta de Maçã e sua Calda Caramelo que levei de sobremesa para um almoço.

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Espero que tenham gostado e que esse blog cumpra sua função que é inspirar vocês a entenderem  que, cozinhar é uma aventura.

 

Nhoque de Batata-Doce com Pesto Alla Trapanese.

Pesto. Molho originário da região da Ligúria na Itália, especificamente da cidade de Gênova. Feito com manjericão, queijo pecorino ou parmesão, alho, pinoles e azeite de oliva é um molho aromático e delicioso para massas… carnes… risotos… peixes… Vocês entenderam o sentido…  pensem em um Filé de Peixe grelhado acompanhado de uma generosa porção de pesto por cima; ou uma  porção de Polenta fumegante  com uma colherada de pesto bem no meio; ou um delicioso Risoto Piemontês ao qual foi acrescentado pesto pouco antes de ser servido…

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Nhoque de Batata-doce com Pesto Alla Trapanese.

Agora, se seu sabor e sua versatilidade são de público conhecimento o mesmo não se pode dizer de todas as suas versões… existe Pesto de Rúcola, Pesto de Zuchini, Pesto de Peperoni, Pesto de Pistacchi, de Mardole, de Sálvia e até mesmo de Mirtilo…

Veja: 40 pesti per la pasta.

A variedade é imensa mas a base é quase sempre a mesma. Uma noz: pinole, pistache ou amêndoa; uma erva aromática: manjericão, sálvia, rúcola;  um queijo: pecorino, parmesão, muçarela; e azeite de oliva.

 

Vejamos então a receita do Pesto Alla Trapenese, ou Pesto com Mardole e Pomodoro,  ou Pesto de Tomate com Amêndoa.

Ingredientes:

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Pesto Alla Trapanese: manjericão, tomates, amêndoas, pecorino, azeite de oliva e sal.

  1. 50 gr de amêndoas sem pele. Mais ou menos 15.
  2. 2 dentes de alho
  3. 1 maço grande de manjericão fresco. Deve resultar em 1 xícara de folhas sem os caules.
  4. 6 tomates sem pele e sem semente.
  5. 2 colheres de sopa de queijo pecorino ou parmesão.
  6. 6 colheres de sopa de azeite de oliva.

 

Esse é o primeiro pesto que faço usando  processador de alimentos pois as ervas utilizadas no molho são muito sensíveis e oxidam  facilmente quando trituradas resultando em molhos escuros e amargos. “…pestatele insieme all’aglio sbucciato dentro un pestello di marmo…”.

Mas como resolvi seguir a receita…

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Pele os tomates. Coloque uma panela de água para aquecer,  quando a água ferver faça cortes em cruz na pele dos tomates e adicione à água. Espere alguns minutos até a casca soltar, retire da água, espere esfriar e  tire a pele e as sementes. Coloque as sementes em uma peneira para escorrer o sumo dos tomates.

Adicione todos os ingredientes ao processador e triture rapidamente.

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Está pronto para ser usado…

Veja o molho original acompanhado de Nhoque de Batata-doce sem glúten.

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Como a Cozinha é Sincera admito, experimentei e achei que faltava algo… os tomates crus resultaram em um molho pálido e pouco intenso. Não tive dúvidas, coloquei o molho em uma pequena panela e deixei ferver alguns minutos. Me perdoem os italianos, principalmente da região do Porto de Trapani,  mas creio que a matéria prima deve ser diferente o que me obrigou a cometer essa heresia… que resultou em um molho incrivelmente saboroso pois, caso o contrário, não estaria aqui compartilhando a receita.

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Na página A Cozinha Sincera no Facebook vocês podem ver um vídeo feito ao vivo enquanto eu modelava os nhoque com o auxílio de um garfo. Vale a visita.

A receita do Nhoque de Batata-doce pode ser conferido no link abaixo.

Nhoque de Batata-doce.

E você pode assistir um vídeo da Cozinha Sincera no YouTube com a receita acompanhada de Ragu de Cordeiro.

Nhoque de Batata-doce.

Bom final de dia a todos.

 

Carne com Quiabo e Purê de Batata-Baroa… O que é uma comida trivial?

O que é Trivial?

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Qual a diferença entre o comum e o sofisticado? Somente a forma se o conteúdo for de qualidade.

“Que se tornou comum; conhecido pela maioria das pessoas, ordinário, batido, excessivamente usado, refeição  simples e diária; refeição que se faz em casa.”

Segundo a definição acima, nada seria mais trivial do que carne com quiabo acompanhado de purê e couve-flor refogada. Será?

Comecemos pelo controvertido quiabo, amado por alguns e detestado por quase todos… Gosto não é algo a se discutir, mas muitas vezes acho que o “desgosto” deve ser sempre revisto para se ter certeza de que não se está cometendo nenhuma injustiça o que, no que diz respeito ao quiabo, recai sobre o pecado de ser “babado”.

Ora, o quiabo só é babado se você quiser pois basta não mexer com ele que ele não “baba ninguém”.

Para essa receita prepare o quiabo conforme descrito na receia a seguir, substituindo, ou não, a carne moída por carne picada. Quiabo Nada Babado.

Prepare um Purê de Batata-Baroa:

Veja aqui quem é a Batata-Baroa, de onde veio  e quais são seus outros nomes: Mandioquinha Salsa.

Ingredientes:

  1. 1 kg de batata baroa.
  2. 50 gr de manteiga.
  3. 1/2 xícara de chá de leite.
  4. Noz moscada moída a hora.
  5. Sal e pimenta a gosto.
  6. Queijo parmesão o quanto baste.

Modo de Fazer:

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Coloque o forno para preaquecer a 200 graus.

Descasque, cozinhe e amasse as batatas.

Cozinhe em uma panela de fundo grosso com o restante dos ingredientes até desprender do fundo.

Unte uma forma refratária, coloque o purê, salpique parmesão por cima e leve para assar até gratinar.

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Fiz isso em um aro para servir porcões individuais.

Cozinhe a couve-flor até estar tenra mas ainda firme.

Sirva uma porcão de purê com o  refogado de quiabo por cima, acompanhados da couve-flor temperada com azeite de oliva, sal e pimenta moída na hora.

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As flores da Horta da Cozinha.

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Flor da Fava.

Entao o trivial roubou a cena o espetáculo e se mostrou extraordinário.

Para amanhã, A Fraldinha, tida como carne de segunda também vem para te surpreender.

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Fraldinha Recheada servida com Batata Corada e seu Molho.


Até amanhã.

Bucatini Alla Norma. Uma receita digna de uma ópera.

Alla Norma… mas quem é Norma?

Uma ópera.

Pasta Alla Norma é uma receita  siciliana, especificamente da cidade de Catânia, local em que nasceu Vicenzo Bellini autor da ópera Norma que estreou n0 Teatro Escala de Milão em 1831. Consta, que a partir do grande sucesso que a belíssima obra alcançou, os habitantes da região passaram a definir como “Sempra una Norma”, lembra a Norma,  tudo que fosse excepcionalmente bom.

Os ingredientes do molho seriam referências  ao  Etna cujas erupções arrasaram várias vezes a cidade. O molho de tomate seria a lava, a ricota representaria a neve no cume e a berinjela as encostas enegrecidas. Assim, em algum momento essa receita tradicional ganhou esse nome por ser digno da famosa ópera…no que sou obrigada a concordar. Ficou divina.

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Bucatini Alla Norma. Digno de uma ópera.

Quem tiver curiosidade acerca  da ópera assistam Maria Callas interpretando uma das duas ária.

Maria Callas – Norma 1958, Paris

Ingredientes:

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Berinjela, tomate e manjericão da Horta da Cozinha. A perfeita tríade.

  1. 2 berinjelas grandes.
  2. Molho ao Sugo..
  3. Bucatini, Espaguetoni, Penne… é importante que seja uma massa robusta.
  4. Manjericão fresco a gosto.
  5. Como eu não tinha Ricota italiana, que é muito diferente da nossa, usei queijo parmesão.
  6. Óleo para fritar.

Modo de Fazer:

Lave e corte as berinjelas, com casca, em forma de palitos.

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Polvilhe com sal e deixe descansar enquanto você prepara o molho de tomate.

Coloque o óleo para aquecer.

Escorra os palitos de berinjela e seque-os.

Frite-os em imersão até que estejam bem fritos, quase queimados… quase heim…

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Cozinhe o macarrão de sua preferência.

Adicione o manjericão e a berinjela ao molho.

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Agora você pode adicionar a massa ao molho e misturar bem antes de servir ou servir “empratado”, colocando a massa no centro de um prato ou dentro de um bowl com o molho por cima e uma pequena guarnição.

Faz diferença? No sabor não, mas “a gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte”.

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Pene Alla Norma. Massa de farinha de arroz sem glúten.

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Servido no bowl.

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Bucatini Alla Norma.

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Servido “empratado”.

Fontes: Cucina Artusiana

Por uma pequena citação à  Pasta Alla Norma e muitas outras deliciosas citações que valem o prazer da leitura. Roda do Vinho: Mesa com Conviccao.

Uma excelente receita para o jantar e, se essa fora a ideia, veja aqui uma dica de vinho para acompanhar: Sommelier Wine.

Bom final de dia a todos.

Bolo Tiramisu. Um bolo de inspiração italiana para os amantes do café.

Um bolo de aniversário tem que ter algo de especial, de único pois a cada ano que passa nos tornamos diversos do que fomos no ano anterior. Aprendemos todos os dias, mudamos, acrescentamos pequenos retalhos  de conhecimento e experiência à grande colcha de retalhos que costuramos ao longo da vida.

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Esse bolo reflete esse processo de mudança e aprendizagem. Gosto de fazer bolos de aniversário e não são poucos os que vocês já viram por aqui, especialmente Naked Cakes –  ver Naked Cake – e isso por vários motivos: são lindos, menos doces dos que os cobertos com glacê ou pasta americana, podem ser decorado tanto com flores quanto com frutas, podem ser feitos com diversos recheios e massas…enfim, são perfeitos para alguém, que como eu, não tem muita experiência com bicos de confeitar ou massa de modelar.

Mas no que esse bolo difere dos outros? A massa é feita de amêndoa e sem glúten, o recheio é o clássico Tiramisu, – creme de confeiteiro, queijo mascarpone, cacau em pó e café – e a cobertura, um S feito de nougatine, uma delícia francesa que fazia muito tempo queria experimentar. Na verdade esse bolo é um encontro internacional de receitas. A massa é portuguesa, o recheio italiano e a cobertura francesa…hahaha.

Massa:

  1. 110 gr de amêndoas sem pele. Ver
  2. 1 xícara de açúcar.
  3. 100 gr de manteiga em ponto de pomada.
  4. 3 ovos.
  5. 1/4 de xícara de farinha de trigo ou qualquer farinha sem glúten.
  6. 1 colher de chá de fermento de bolo.

Modo de Fazer:

Preaqueça o forno a 180 graus.

Forre com papel manteiga uma forma pequena para um bolo que você quer dividir ao meio ou, uma forma média para servir em fatias como se fosse uma torta.

Bata as amêndoas com o açúcar no liquidificador até triturar bem.

Adicione os ovos e a manteiga e bata muito bem.

Peneire a farinha com o fermento em uma tigela, adicione a mistura do liquidificador e misture delicadamente.

Leve para assar por, mais ou menos, trinta minutos ou até que o teste do palito de positivo.

Para ver essa receita passo a passo e em fotos clique Bolo de Amêndoas. Fácil, rápido e delicioso.

Creme:

  1. 1 lata de leite condensado.
  2. A mesma medida de leite.
  3. 3 gemas.
  4. 500 ml de queijo mascarpone. Pode substituir por creme de leite fresco.
  5. 1 xícara de café bem forte, recém passado e sem açúcar.
  6. Cacau em pó o quanto baste.

Modo de Fazer:

Misture os 3 primeiros ingredientes e leve para cozinhar em fogo baixo, sem deixar ferver, até engrossar. Desligue, coloque em uma tigela e leve para gelar.

Quando o creme estiver gelado e o bolo assado, bata o queijo mascarpone em ponto de chantilly e misture delicadamente ao creme.

Corte o bolo ao meio, eu fiz 2 massas pois queria um bolo alto, regue cada camada com o café, recheie com o creme, polvilhe o cacau  e coloque uma camada sobre a outra. Deixe creme o suficiente para a última camada.

Veja a receita completa em fotos do clássico Tiramisu no link: Tiramisu.

Nougatine:

  1. 100 gr de amêndoas peladas, levemente tostadas em forno baixo e moídas no liquidificador
  2. 100 gr de açúcar em ponto de caramelo.

Modo de Fazer:

Besunte com manteiga a bancada de trabalho.

Besunte de manteiga o rolo de macarrão. Eu entendi que deveria fazer isso da pior forma possível.

Quando tiver as amêndoas preparadas, coloque o açúcar em uma panela de fundo grosso em fogo baixo até que derreta e fique com uma coloração marrom. Cuidado para não queimar, é muito rápido.

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Na tigela a amêndoa torrada e moída. Farinha de amêndoa.

Quando  o açúcar estiver no ponto, adicione a amêndoa moída e mexa rapidamente.

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Açúcar em ponto de caramelo.

Retire do fogo e despeje sobre a bancada untada.

Cade as fotos? Pois é. como a Cozinha é Sincera, confesso: me enrolei toda. Não tinha untado o rolo e ele grudou todo no nougatine, tive que correr, desgrudar  esticar enquanto  tudo esfriava e endurecia… consegui salvar tudo mas não consegui esticar até ficar na espessura que queria e muito menos fotografar para mostrar para vocês.

Mas não vou deixar vocês na mão. Vejam como fazer um nougatine perfeito no vídeo abaixo.

Nougatine

Rapidamente pegue o rolo de macarrão e estenda esse caramelo o mais fino possível. Quanto mais fino melhor  é o resultado.

Corte em tiras enquanto está flexível, e ainda quente. Modele como quiser.

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Veja exemplos:

 

Montagem:

Antes de começar tudo o que esta escrito aí em cima, pense em como você quer decorar seu bolo e providencie os ingredientes. Frutas vermelhas, flores, chocolate, grãos de café… use a imaginação. Eu usei pequenas orquídeas do jardim da Cozinha e o efeito ficou lindo.

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As flores do Jardim.

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Corte o bolo ao meio, eu fiz 2 massas pois queria um bolo alto, regue cada camada com o café, recheie com o creme, polvilhe o cacau  e coloque uma camada sobre a outra. Espalhe bastante creme sobe a última massa dando a impressão de que o creme escorreu sem querer. Essa técnica é conhecida como Drippy Cake e pode-se dizer com certeza que é a tendencia do momento para decoração de bolos. Veja nas imagens abaixo extraídas da web.

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Meu primeiro Drippy Cake. Vai melhorar com o tempo…como tudo na vida.

Veja:

Polvilhe com  cacau, adicione  o nougatine na forma que você escolheu, a primeira letra do nome do aniversariante por exemplo, e disponha as flores e frutos criando uma composição harmônica.

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Enfim, ficou lindo.

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E delicioso.

Boa noite a todos.

 

 

Retratos de um domingo de inverno no Rio de Janeiro. Dia de churrasco.

Sei, hoje é dia de  Churrasco.

Em busca das favas que irei usar na salada me comovi com a beleza das imagens da Horta e do Jardim da Cozinha Sincera nesse frio domingo de inverno.

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As favas para a salada do Churrasco do domingo.

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Do feijão nosso de cada dia sua belíssima flor.

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Bela, singela e colorida flor do almeirão.

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A alfavaca em botão.

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As flores do Jardim.

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O cachorro mais que sincero da Cozinha Sincera.

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E a próxima receita é essa… Curiosos? Aguardem.

Bom domingo a todos.